Separamos algumas dicas importantes para o serviço não virar um caos e ter funcionalidade garantida, de acordo com a proposta do seu empreendimento.

  • Verifique a dimensão real do restaurante e o número de mesas que irá servir. Se a estrutura do empreendimento não permite a construção de uma cozinha grande, repense o número de assentos disponíveis.
  • Na hora de escolher os materiais, como equipamentos, pisos e balcões, lembre-se que eles precisam durar muitos anos.
  • A divisão de praças será estabelecida de acordo com o cardápio e os tipos de pratos servidos no restaurante. No geral, ao menos duas áreas precisam estar divididas: uma para a produção de pratos quentes e outra para os pratos frios.
  • Os alimentos precisam seguir uma sequência, chamada de fluxo de cozinha: entrada, preparação, produção, finalização, serviço e descarte. Na preparação, finalização e saída, a ordem das praças e a disposição dos equipamentos devem facilitar esse fluxo e impedir que as preparações se cruzem durante o trajeto.
  • Importante: evite o cruzamento de fluxos entre áreas sujas e limpas. O fluxo das áreas de recebimento de mercadorias, pré-preparo, higienização e corte de carnes, por exemplo, não devem se encontrar com o fluxo da área de preparo dos alimentos. Se a sua cozinha for muito pequena, muito cuidado com a higiene.
  • A área de cocção é um dos espaços mais importantes da cozinha. A cozinha de pequeno porte não precisa ter uma infinidade de aparelhos. Um fogão industrial, uma chapa, um forno de bancada e uma fritadeira já podem dar conta do recado.
  • Os pisos devem ser frios, como os de cerâmica, sem desenhos, antiderrapantes, com cores neutras, rejuntes adequados e resistência a alto tráfego e impactos.
  • Há diversos arquitetos e engenheiros especializados em cozinhas para restaurantes. Procure a ajuda de profissionais para elaborar seu projeto com cuidado e garantir que o local seja seguro, facilite o trabalho e tenha fácil higienização. 

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